é um assunto bem lecau, que interessa a todos nós.
o indivíduo se assusta muito com a primeira crise, em função das sensações físicas que esta provoca: alteração nos batimentos cardíacos, sensação de perda de equilíbrio, tontura, falta de ar, palpitações e tremores.
a partir deste susto inicial, tem início um processo de medo e ansiedade que aumenta com a ocorrência das crises seguintes, chegando a tal intensidade que a pessoa se sente em estado de pânico.
alguns pacientes apresentam o Transtorno do Pânico acompanhado de Agorafobia (estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situações onde escapar ou obter ajuda pode ser difícil no caso de um ataque de pânico, como por exemplo: estar sozinho em casa, andar no meio de uma multidão, dirigir ou andar de carro, andar de metrô ou ônibus, usar elevador, etc.).
o desenvolvimento do transtorno do pânico com agorafobia está relacionado com a ocorrência da crise de pânico após uma situação específica.
Com o que não deve ser confundida
1. com a transtorno de ansiedade generalizada, pois embora os pacientes que sofrem de transtorno do pânico experimentem estados de ansiedade prolongada entre uma crise e outra, os portadores de ansiedade generaliza não apresentam crises de pânico e sim estados permanentes e prolongados de desconforto ansioso;
2. com a fobia social, pois embora esses pacientes evitem situações sociais e experimentem ansiedade e alguns outros sintomas do transtorno do pânico, seu isolamento social é motivado pelo medo de expor-se a situações humilhantes e não pelo receio de crises de pânico;
3. com o pânico provocado por alterações químicas que drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc.) ou alguns medicamentos usados em dietas de emagrecimento como (anfetaminas) podem provocar.
o o transtorno do pânico com ou sem agorafobia pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana do portador quanto outras doenças graves, por isso é urgente a realização do diagnóstico e o início do tratamento;
o um passo importante para o início do tratamento do Transtorno do Pânico é conscientizar o paciente de que seu problema é emocional e que tem tratamento, e a colaboração da família e dos amigos é fundamental nesse momento;
o grande número de pessoas portadoras de transtorno do pânico não estão onde deveriam estar: nos consultórios dos psicólogos e/ou psiquiatras. é uma multidão de pessoas que não trata adequadamente de sua doença e prolonga o próprio sofrimento.
foREVer
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